Professores se adaptam e suprem demanda ampliada na pandemia

Cidades | 15 de Outubro de 2021

Desde o início do estado de emergência ocasionado pela pandemia do coronavírus, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) vem adaptando a rotina do setor de Mediação Tecnológica para atender alunos dos 52 municípios e disponibilizar conteúdo de mídia para suprir a demanda de toda a Rede Pública Estadual de Ensino. Atualmente, a Mediação Tecnológica é responsável por transmitir ao vivo aulas, palestras, aulões preparatórios para exames nacionais e workshops voltados a servidores da Educação.
 
 
A partir de março de 2020, todo o suporte de tecnologia e profissionais disponíveis que já atendiam alunos do ensino médio que moram em comunidades de difícil acesso, zonas rurais, ribeirinhas, terras indígenas e comunidades quilombolas desde 2016 teve que se readequar para suprir uma demanda extremamente maior. “A pandemia não foi motivo para interromper a Mediação, que tantos benefícios leva a alunos distantes até 800 quilômetros de Porto Velho. Nossos professores reservam conteúdos diários, especiais e pontuais” explica a gerente de Mediação Tecnológica da Seduc, Dani Brasil.
 
 
As vídeoaulas dadas pelos professores sempre ficam à disposição dos alunos depois de publicados no canal da Mediação Tecnológica, que atualmente possui 65 mil inscritos e podem ser acessados a qualquer momento.
 
LOCALIZAÇÃO
 
 
A Central de Mídias do Estado instalada na Escola Estadual de Ensino Médio Major Guapindaia, em Porto Velho conta com uma estrutura de quatro estúdios, um deles equipado com uma lousa de vidro para facilitar as aulas das disciplinas que exigem o uso de cálculos, como matemática, física e química, entre outras.
 
 
PROFISSIONAIS
 
 
Mais de 50 servidores atuam no setor, sendo 26 professores ministrantes de 13 componentes curriculares do ensino médio direcionados a mais de seis mil alunos divididos em 325 turmas espalhadas pelos 52 municípios de Rondônia, administrados pelas 26 Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), que são responsáveis pelas escolas de cada região.
 
O professor doutor, Jéfferson Castro, é biólogo e técnico em agropecuária, responsável pelo componente curricular Noções Básicas de Agroecologia e Zootecnia (NBAZ). A gravação das aulas são animadas para chamar a atenção dos alunos do ensino fundamental.
 
 
Para o professor, “a única coisa que mudou com a pandemia foi a redução na intensidade da interação com os alunos que mesmo com o distanciamento social não parou. Essa interação continua via aplicativo de mensagens e vídeos encaminhados aos coordenadores das CREs.
 
 
“A Mediação Tecnológica possibilita aos professores uma rotina de elaboração de aulas, com montagem de efeitos nos slides, exemplos e exercícios para envio à coordenação com antecedência das gravações em estúdio. “Quando não estamos gravando em estúdio, estamos elaborando aulas”, disse Castro, destacando o avanço positivo no sistema educacional, principalmente em relação ao conteúdo de qualidade repassado aos alunos.
Desde o início do estado de emergência ocasionado pela pandemia do coronavírus, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) vem adaptando a rotina do setor de Mediação Tecnológica para atender alunos dos 52 municípios e disponibilizar conteúdo de mídia para suprir a demanda de toda a Rede Pública Estadual de Ensino. Atualmente, a Mediação Tecnológica é responsável por transmitir ao vivo aulas, palestras, aulões preparatórios para exames nacionais e workshops voltados a servidores da Educação.
 
 
A partir de março de 2020, todo o suporte de tecnologia e profissionais disponíveis que já atendiam alunos do ensino médio que moram em comunidades de difícil acesso, zonas rurais, ribeirinhas, terras indígenas e comunidades quilombolas desde 2016 teve que se readequar para suprir uma demanda extremamente maior. “A pandemia não foi motivo para interromper a Mediação, que tantos benefícios leva a alunos distantes até 800 quilômetros de Porto Velho. Nossos professores reservam conteúdos diários, especiais e pontuais” explica a gerente de Mediação Tecnológica da Seduc, Dani Brasil.
 
 
 
As vídeoaulas dadas pelos professores sempre ficam à disposição dos alunos depois de publicados no canal da Mediação Tecnológica, que atualmente possui 65 mil inscritos e podem ser acessados a qualquer momento.
 
 
LOCALIZAÇÃO
 
 
A Central de Mídias do Estado instalada na Escola Estadual de Ensino Médio Major Guapindaia, em Porto Velho conta com uma estrutura de quatro estúdios, um deles equipado com uma lousa de vidro para facilitar as aulas das disciplinas que exigem o uso de cálculos, como matemática, física e química, entre outras.
 
 
PROFISSIONAIS
 
 
Mais de 50 servidores atuam no setor, sendo 26 professores ministrantes de 13 componentes curriculares do ensino médio direcionados a mais de seis mil alunos divididos em 325 turmas espalhadas pelos 52 municípios de Rondônia, administrados pelas 26 Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), que são responsáveis pelas escolas de cada região.
 
 
O professor doutor, Jéfferson Castro, é biólogo e técnico em agropecuária, responsável pelo componente curricular Noções Básicas de Agroecologia e Zootecnia (NBAZ). A gravação das aulas são animadas para chamar a atenção dos alunos do ensino fundamental.
 
 
Para o professor, “a única coisa que mudou com a pandemia foi a redução na intensidade da interação com os alunos que mesmo com o distanciamento social não parou. Essa interação continua via aplicativo de mensagens e vídeos encaminhados aos coordenadores das CREs.
 
 
“A Mediação Tecnológica possibilita aos professores uma rotina de elaboração de aulas, com montagem de efeitos nos slides, exemplos e exercícios para envio à coordenação com antecedência das gravações em estúdio. “Quando não estamos gravando em estúdio, estamos elaborando aulas”, disse Castro, destacando o avanço positivo no sistema educacional, principalmente em relação ao conteúdo de qualidade repassado aos alunos.
 
 

• Fonte: SECOM/RO


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